sábado, 23 de junho de 2018

Brasão da Família Casagrande (Stemma della famiglia Casagrande)

O sobrenome italiano Casagrande é de origem habitacional que pode ter surgido para indicar que determinada família tinha ou morava próxima a uma casa grande. O apelido é bem difundido na Itália, suas referências mais antigas são da Região de Trento, porém os nobres Casagrande são oriundos do Vêneto, lugar onde nasceu Eugênio Casagrande, que mais tarde teria se estabelecido no Lácio.  Eugênio recebeu o brasão e título de Conde de Villaviera pelos serviços prestados ao rei Vítor Emanuel III da Itália, na guerra ítalo-austríaca no começo do século XX.

Brasão da Família Barbieri (Stemma della famiglia Barbieri)


O sobrenome Barbieri é italiano e surgiu no Norte da Itália, usado por famílias que durante a Idade Média tinham o ofício de barbeiro, que na Europa desse período além dos serviços dos barbeiros existentes hoje, os barbeiros medievais eram responsáveis por pequenas cirurgias, atendendo soldados feridos em batalha e camponeses, assim como realizavam o tratamento da sangria, que era muito comum na época. Isso colocou os Barbieri na classe média da burguesia emergente.
Os nobres Barbieri seriam da Região do Vêneto, onde sua nobreza já era confirmada desde o século XVII. Na Espanha também há uma familia Barbieri antiga que teria participado na Batalha de Alarcos junto a cavalaria castelhana contra o terceiro califa do Califado Almóada de Marrocos.
O sobrenome coleciona variantes como: Barberi, Barbierini, Barberini, Del Barbiere, Barberis, Barbieris, Barberielli, Barbiero e Berberi, porém todos se referem à mesma família.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Brasão da Família Queiroz

O sobrenome português Queiroz tem origem toponímica, surgindo na referência à região de Quirós nas Astúrias, no Norte da Espanha. O nome Quirós, por sua vez, é de origem adversa, há quem diga que venha do grego e significa “forte”, em outra interpretação a palavra significaria “mão”, podendo vir também das línguas pré-romanas da região e significar pedra.
O sobrenome Quirós da Espanha passou a Portugal ganhando a forma Queirós e Queiroz, destes destaca-se Custódio de Queirós Pessanha de Sampaio, de quem descendem os nobres Queiroz portugueses.

sábado, 25 de março de 2017

Brasão da Família Fortes

A família Fortes surgiu na Península Ibérica e está relacionada à alcunha que os cavaleiros usavam demonstrando sua força, sendo um apelido comum entre os cavaleiros das ordens religiosas na Reconquista Cristã, logo existem vários brasões para família Fortes na Espanha.
Os Fortes de Portugal usam as armas em vermelho com um castelo de prata, e na porta dele um guerreiro armado com uma lança negra hasteada de ouro; e com uma bordadura azul.

Brasão da Família Evangelho

A família portuguesa Evangelho tem como seu patriarca Martim Esteves Evangelho, que viveu no século XV. Martim Esteves Evangelho era chamado de Beirão por se natural da Beira e casou-se duas vezes, destes matrimônios descende a família Evangelho.
A palavra Evangelho é de origem grega que significa “boa nova ou boa notícia” e está relacionada aos ensinamentos de Jesus.
O brasão da família Evangelho é em azul com uma cruz de ouro, cantonada de quatro besantes figurados de prata: no primeiro de uma águia estendida de sua cor; o segundo de um anjo vestido de vermelho com as asas de verde; o terceiro de um boi de sua cor; e o quarto de um leão de sua. Seres símbolos dos quatro evangelhos canônicos.  

Brasão da Família Beltrão

A família Beltrão é de origem espanhola, descendente dos Beltran que passaram para Portugal no reinado de D. Afonso V, no século XV, quando Manuel Beltran se estabeleceu e Portugal vindo de Castela.
O nome Beltran vem do germânico e significa “corvo brilhante ou ilustre”, o corvo era um animal admirado entre os povos germânicos por ser um dos animais favoritos de Odin.

Brasão da Família Carvalhosa e Palhavã

A família portuguesa Carvalhosa é de origem toponímica e indicaria uma pessoa vinda de um lugar com muitos carvalhos. O sobrenome nasceu na Quinta de Carvalhosa no concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, atual concelho de Amarante, no Norte de Portugal.
A família Carvalhosa se ligou por matrimônio a família Palhavã passando a usar suas armas, em azul com um feixe de trigo de ouro, atado de vermelho e acompanhado de quatro torres de prata, iluminadas e lavradas de negro, acantonadas.
Os Palhavãs descendem de Joane Anes Palhavã, que tomou o nome de um local próximo a Lisboa, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima. O nome Palhavã significa “casa coberta de palha e sem forro”.
A neta de Joane Anes Palhavã chamada D. Brites Palhavã contraiu matrimônio com Lourenço Álvares de Carvalhosa, destes nasceu Gomes Lourenço Palhavã, copeiro-mor do rei D. João I e senhor das terras dos Carvalhosas e Palhavãs que passaram a usar o mesmo brasão, visto que foram reunidas as duas famílias.